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esporte lgbt+

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ReNê: mascote da pre-pa-ra

A relação entre esporte e pessoas LGBT+ geralmente apresenta um padrão violento que começa da escola. A estrutura patriarcal sustenta uma divisão de tarefas (e a valoração desigual dessas) que também acomete as atividades esportivas.

Meninos precisam amar futebol e meninas jogam vôlei (ou pulam corda).

E que horrível para você, jovem fora na norma, que não se sente tomado por esse desejo no desenvolvimento de atividades esportivas, seja LGBT+ ou não. Por anos nossa única alternativa era estar relegado ao canto da quadra, em silêncio, ou suportar as chacotas dos corpos devotos das regras normativas, tendo que lidar com sua autoestima em frangalhos quando chega em casa.

Mas isso tem mudado, e trabalhamos para que mude cada vez mais.

Afinal, cada corpo tem o direito de estar onde ele quiser e fazendo o que quiser (desde que não cerceie a liberdade e autonomia do outro, claro!)

Atualmente ainda convivemos com a trágica exclusão de pessoas trans dos esportes, justamente por conta das classificações e divisões pautadas na sexualidade biológica dos corpos que faz com que essas corpas insurgentes não consigam ter uma classificação adequada para poder integrar esses espaços.

Essas são questões sérias, que precisam ser olhadas de forma séria e humanizada se queremos garantir o direito a uma cidade justa para todes.

A treta do "esporte x diversidade de gênero" ainda está longe de acabar. E por isso mesmo que ações como a PRE-PA-RA Olimpíadas são urgentes e necessárias.

Vamos enviadescer as quadras, pistas e piscinas!

Ocupar os espaços já!