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A PRODUÇÃO DE AFETOS EM REDE COMO RESISTÊNCIA AO CÁRCERE

RODA DE CONVERSA

com Maria Edjane Alves (Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio), Luciana de Souza e Helena Araújo

A dor do abondono é um potencializador do desespero da pessoa presa. O Estado genocida utiliza da desculpa da guerra ao crime para despotencializar corpos minorizados, desprovendo-os de possibilidades de trocas de afeto, isolando-os de seus familiares e amigos.  Mas nada disso é suficiente para silenciar as estratégias construídas pelo amor insurgente que impulsiona a revolução abolicionista. E é sobre esse tema que gira esse debate. A partir da partilha de saberes construídos em coletivos, vamos entender qual o cenário que o sistema carcerário desenha para domesticar a psiquê e as emoções da população presa, ao mesmo tempo em que difundimos tecnologias de proteção possíveis para fortalecer o preso enquanto as prisões ainda são uma (infeliz) realidade.

Quando? 

Dia 02 de julho às 19:00

10 vagas